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Demitido, pedido de demissão, vínculo ativo ou saída que você não sabe classificar.
Veja uma estimativa educativa das verbas que podem ser discutidas quando alguém trabalhou sem registro. A ferramenta foi pensada para ser rápida, simples e sem juridiquês.
O resultado depende de provas do vínculo, documentos, valores já pagos e forma de saída.
Primeiro a calculadora entrega uma referência. Depois, se fizer sentido, você pode ajustar detalhes como seguro-desemprego e valores já recebidos.
Demitido, pedido de demissão, vínculo ativo ou saída que você não sabe classificar.
A calculadora usa data de início, data de saída e média mensal para montar a estimativa.
O resultado separa verbas rescisórias, FGTS, multa de 40% e seguro-desemprego quando couber.
A estimativa separa os blocos para o valor não parecer uma promessa única. Cada verba pode mudar conforme a prova e a forma de encerramento.
Estimativa dos dias trabalhados no mês da saída.
Entra no cenário de demissão, com dias proporcionais ao tempo de trabalho.
Calculado de forma proporcional ao período informado.
Separa férias vencidas e proporcionais, sempre como estimativa.
Parte da premissa de trabalho sem registro e calcula uma referência do período.
Aparece separado, porque depende de requisitos e regularização do vínculo.
Trabalhar sem carteira não significa, sozinho, que todo valor está definido. Primeiro é preciso olhar a rotina real. A calculadora ajuda a organizar a conversa, mas não substitui essa conferência.
Tinha alguém mandando, cobrando ou organizando seu trabalho.
Havia horário, escala, rotina ou necessidade de avisar faltas.
Você recebia pagamento com frequência, mesmo que por Pix ou dinheiro.
Você trabalhava pessoalmente e não podia simplesmente mandar outra pessoa.
Horas extras, adicional noturno, insalubridade ou periculosidade.
Comissões variáveis que não foram somadas ao salário informado.
Dano moral, multas específicas e pedidos que dependem de prova própria.
Descontos, adiantamentos ou valores pagos que não foram informados.
Alguns valores exigem perguntas específicas e provas próprias. Por isso ficam fora do cálculo rápido e aparecem como pontos de atenção no resultado.
O valor ajuda a ter uma referência. A prova ajuda a entender se aquela referência faz sentido.
Mensagens com chefe, gerente, empresa ou responsável pela escala.
Comprovantes de pagamento, Pix, recibos, transferências ou extratos.
Fotos no trabalho, crachá, uniforme, escala, ponto ou documentos internos.
Nomes de testemunhas e datas importantes da rotina.
Depois da estimativa, o próximo passo é comparar datas, pagamentos e provas do vínculo. Na página sobre trabalho sem carteira, você vê como falar com a MDN e quais informações separar.
Falar com advogadoNão. Ela mostra uma estimativa educativa com base nos dados informados. O valor pode mudar conforme provas, documentos, pagamentos já feitos, forma de saída e reconhecimento do vínculo.
Pode usar para ter uma primeira referência. Antes de confiar no valor, é importante avaliar se havia sinais de relação de emprego, como ordens, horário, pagamento e trabalho pessoal.
A calculadora estima o FGTS partindo da informação de que o contrato não foi registrado. Se houver algum depósito no extrato, esse valor precisa ser conferido e abatido.
Entra em bloco separado quando o cenário marcado for demissão. Ainda assim, o benefício depende dos requisitos legais e da regularização ou reconhecimento do vínculo.
Sim. Pedido de demissão pode mudar aviso prévio, multa de 40% e seguro-desemprego. Por isso a calculadora separa o cenário escolhido no resultado.
Use a data aproximada mais honesta possível. Depois, a conferência com documentos pode ajustar o período e o valor.
Pode calcular como referência, mas esse tipo de caso exige cuidado. O nome do contrato não decide tudo sozinho; a rotina real de trabalho precisa ser analisada.
A ferramenta usa critérios gerais de cálculo trabalhista e deve ser conferida com documentos do caso. Para consulta normativa, veja aCLT no Planalto, a Lei do FGTS e as informações doMTE sobre seguro-desemprego formal.