Atuamos em casos de demissão durante a gravidez, contrato de experiência e descoberta da gestação depois da saída.
Demitida grávida
Mais segurança financeira para você e seu bebê
Você foi demitida grávida? Podemos te ajudar a ter o seu emprego de volta ou ser indenizada.
Um atendimento para entender seu caso antes de tomar uma decisão.
Antes de falar em processo, é preciso organizar datas, documentos e possibilidades reais para proteger você e o bebê.
Explicamos quando pode haver reintegração, indenização substitutiva, negociação ou processo judicial.
Mais de 700 avaliações públicas no Google, nota 5,0 e presença digital aberta para você pesquisar antes.
Mais de 50 mil inscritos acompanham nossas explicações sobre direitos trabalhistas no YouTube.
Do WhatsApp até a escolha do próximo passo.
O primeiro contato é simples, mas a análise precisa considerar datas, documentos e o momento da gestação para evitar orientação no escuro.
Começar pelo WhatsAppVocê chama no WhatsApp
Conte quando foi demitida, quando descobriu a gravidez e se estava em contrato de experiência.
A equipe faz a triagem
Indicamos quais documentos ajudam a montar a linha do tempo do caso.
A reunião define a estratégia
Por vídeo, um advogado explica os cenários: reintegração, indenização, negociação ou processo.
Você entende o próximo passo
A orientação é feita com base nas datas, provas e riscos, sem promessa pronta para todo caso.
Entenda se a consulta é o próximo passo certo.
Nem toda demissão tem a mesma solução. A triagem separa os casos em que já há elementos para análise jurídica dos casos em que ainda falta documento básico.
Vale conversar agora
A análise tende a fazer sentido quando
- Você foi demitida grávida ou descobriu a gravidez depois da demissão.
- A dispensa aconteceu durante contrato de experiência.
- A empresa disse que não sabia da gravidez e recusou conversar.
- Você quer entender se deve voltar ao emprego ou buscar indenização.
- Você trabalha ou trabalhou sem carteira assinada e precisa organizar provas.
Melhor organizar primeiro
Talvez ainda faltem elementos mínimos quando
- Você já tem advogado acompanhando o mesmo caso.
- Ainda não existe exame, ultrassom ou documento que confirme a gravidez.
- A demissão não aconteceu e você quer apenas uma dúvida preventiva.
- Você quer uma promessa de valor fechado antes de analisar datas e documentos.
- Você procura orientação para outra área que não envolva direitos trabalhistas.
Se estiver em dúvida, reúna documentos básicos antes: exame, ultrassom, data da demissão, TRCT, carteira de trabalho, contrato, holerites e mensagens com a empresa.
O ponto central é reconstruir a linha do tempo.
Em casos de demissão durante a gravidez, pequenas diferenças de datas mudam bastante a análise. Por isso, a primeira etapa é entender quando a gestação começou, quando veio a dispensa e o que foi documentado.
Quando a gravidez já existia
Se a gravidez já existia na data da demissão, pode haver discussão sobre estabilidade, mesmo que você só tenha descoberto depois da saída.
Quando era experiência ou temporário
O tipo de contrato precisa ser analisado com cuidado. Contrato de experiência e contrato temporário podem exigir fundamentos e estratégias diferentes.
Quando reintegrar não parece viável
Algumas trabalhadoras querem voltar. Outras não se sentem seguras. A orientação ajuda a entender quando discutir indenização pode fazer mais sentido.
Atendemos trabalhadoras em todo o Brasil.
Você pode explicar sua situação pelo WhatsApp, enviar documentos por meio digital e participar das reuniões online. A Justiça do Trabalho funciona de forma eletrônica, o que permite acompanhar o caso mesmo à distância.
“Sempre muito atenciosos, educados, pacientes e corteses. Fui atendido pela Dra. Juliana e tirei todas as minhas dúvidas.”
“Sou de Recife e contratei o serviço do escritório. Recebi atenção, agilidade, empatia e respeito quando mais precisei.”
“Experiência excelente do começo ao fim. Ela foi extremamente atenciosa, ágil, cuidadosa e clara nas explicações.”
“Só agradecer pela paciência no caso trabalhista do meu esposo. Estávamos inseguros e foram conversando conosco com transparência.”
“Ótimo atendimento. Juliana responde e orienta rapidamente qualquer dúvida, fornecendo informações cruciais para que as pessoas possam garantir o seu direito.”
“Profissionais de qualidade e confiança. Recomendo sem nenhuma dúvida, sem medo de errar ou passar vergonha.”
“O atendimento do Dr. Ivan foi incrível. Extremamente atencioso e cuidadoso, ele analisou o meu caso e me passou instruções que não havia recebido até então. Me alertou quanto às dificuldades de um processo judicial e foi realista quanto às expectativas da causa. Não tenho palavras para agradecer toda a ajuda que recebi.”
“Desde o nosso primeiro contato, o que mais me chamou a atenção foi o profissionalismo e a clareza com que todas as etapas do processo foram explicadas. Em um momento de grande ansiedade, a postura ética, segura e transparente me trouxe a tranquilidade que eu precisava. Comunicação eficiente, competência técnica, empatia e dedicação. Recomendo os serviços de olhos fechados a qualquer pessoa que precise de uma defesa jurídica de excelência.”
Dúvidas frequentes
01Grávida pode ser demitida?
Em regra, a gestante tem proteção contra dispensa sem justa causa desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Mesmo assim, cada caso precisa ser analisado pelas datas, tipo de contrato, documentos e forma da demissão.
02Fui demitida na experiência. Tenho direito?
Pode ter. A estabilidade da gestante também pode ser discutida em contrato de experiência. O ponto é organizar quando começou a gravidez, quando ocorreu a dispensa e quais documentos confirmam essa linha do tempo.
03Descobri a gravidez depois da demissão. E agora?
A descoberta depois da demissão não impede automaticamente a análise do direito. O mais importante é confirmar se a gravidez já existia na data da dispensa e reunir exames, ultrassons, mensagens e documentos da rescisão.
04A empresa precisa saber que eu estava grávida?
A falta de conhecimento da empresa não encerra a discussão. O direito costuma depender da existência da gravidez na data da demissão, mas a forma de resolver pode variar conforme documentos, comunicação e postura da empresa.
05Tenho que voltar para a empresa?
Nem sempre. Em alguns casos, discute-se reintegração. Em outros, pode haver indenização substitutiva do período de estabilidade. A escolha depende do momento do caso, do ambiente de trabalho e da estratégia jurídica.
06Quanto posso receber?
A estimativa depende do salário, da data da demissão, da data provável do parto e do período de estabilidade. Também podem entrar reflexos como 13º, férias, FGTS e multa de 40%, conforme o caso.
07Quais documentos preciso reunir?
Normalmente ajudam: exame de gravidez, ultrassom, documentos da demissão, TRCT, carteira de trabalho, contrato, holerites, mensagens com a empresa e qualquer prova sobre a data de início da gravidez.
08Sou de outro Estado, vocês me atendem?
Sim. O atendimento pode começar pelo WhatsApp e a reunião pode ser online. Como os processos trabalhistas são eletrônicos, é possível orientar trabalhadoras em diferentes Estados do Brasil.
09Preciso entrar com processo?
Nem sempre o primeiro passo é processo. Em algumas situações, pode fazer sentido tentar resolver com a empresa. Se não houver solução, o processo judicial pode ser avaliado com base nas provas e nos riscos.
10Quanto tempo demora?
Depende das provas, da postura da empresa, da possibilidade de acordo e do andamento da Justiça do Trabalho. A orientação responsável é explicar os cenários possíveis sem prometer prazo fechado.
Vamos te ajudar a escolher o melhor caminho e te guiar durante toda a jornada.
Mande uma mensagem pelo WhatsApp com um resumo do seu caso. Nossa equipe orienta quais documentos importam e indica se a consulta com um advogado faz sentido para você.
